Caros colegas, este Blog tem como objetivo servir de ferramenta para os participantes da Formação Continuada dos Professores de Educação Física atuantes na Educação Infantil da Rede Municipal de Florianópolis, promovendo através de seu acesso a socialização de materiais e comunicação efetiva entre todos os professores.

Sejam bem-vindos !

terça-feira, 13 de abril de 2010

Relatório do dia 06/04/2010 - Formação Continuada dos professores da Rede Municipal de Educação de Florianópolis

O encontro teve início às 09h20min e teve fim por volta das 11h50min. Estiveram presentes dezessete integrantes do grupo, entre eles professores da Educação Infantil e quatro estagiárias. Iniciamos o encontro com a leitura do relatório do último encontro realizada pela estagiária Gabriela.
Em seguida, a professora Inelve solicitou ao professor Alexandre um esclarecimento sobre a participação do mesmo no grupo, em relação ao processo de formação que desenvolverá neste ano e sobre a construção das diretrizes. A sugestão do professor Alexandre é que os encontros de formação do Grupo Independente não sejam exclusivos para a formulação das diretrizes e dêem ênfase também na própria formação. A sugestão foi de um encontro para diretrizes a cada três para a formação. É necessário ressaltar que a elaboração das diretrizes é uma tarefa em aberto e que o Grupo Independente tomou parte por seu histórico de discussões e práticas desenvolvidas.
O passo seguinte foi a apresentação dos relatos (com total de 10 apresentações cada uma com tempo máximo de 10 minutos), abrindo um pequeno tempo para a discussão dos principais pontos, caso sobrasse tempo.
Nome dos integrantes que apresentaram e pontos levantados durante as apresentações:
- Michelle: métodos de ensino; métodos de avaliação; avaliação biométrica, acompanhamento com nutricionista; atividades coletivas independente da iniciativa das professoras de sala; ampliação do repertório de movimentos; conteúdos clássicos da Educação Física (ginástica, acrobacias, etc); o professor não participa apenas de um grupo, passa por todos.
- Santa Helena: as professoras de sala ajudam e propõe atividades na aula; elementos do folclore; elementos da psicomotricidade; questão da união de turmas com diferentes faixas etárias.
- Luciano: construção da pista de atletismo; a utilização do teatro e histórias para entrar no mundo infantil; a discussão ficou para o próximo encontro.
- Fernanda: a forma de avaliação; dificuldade com a crítica; o que deve ser avaliado; questão da saúde.
- Alex: imaginação; música como brincadeira; massoterapia; a discussão ficou para o próximo encontro.
- Jocemara: atividades de circo; questão da avaliação.
- Carmen: registro fotográfico como parte da rotina; questão do risco durante as aulas de Educação Física (como ir à praia).
Faltaram três apresentações que serão realizadas no início do próximo encontro.
Nos debates promovidos pelos relatos, encontramos dificuldades na questão da avaliação, principalmente na sua validade, no seu critério de avaliação. Usualmente não avaliamos o processo desenvolvido, se os objetivos foram alcançados, o que não tivemos êxito. Sobre isto, o grupo argumentou que devemos estabelecer parâmetros de avaliação, para que tenha um propósito e não seja uma prática repetitiva e superficial.
Outra questão que discutimos brevemente e deixamos como indicação de debates futuros é em relação à saúde. Qual o papel do professor de Educação Física no que diz respeito à saúde? Devemos intervir junto as famílias em casos de obesidade, desnutrição, baixa saúde bucal, etc? Sobre isto, o grupo (não sei se todo o grupo, pois a discussão foi breve) acredita que deve tratar a questão da saúde nas práticas de Educação Física. Estamos atentos ao paradigma da atividade física e saúde que propõe uma orientação pedagógica com este intuito, pensamos que este tema deve ser tratado nas práticas, mas não orientar as práticas pedagógicas, como algo funcional.
Finalizando o encontro, travamos uma discussão sobre a continuidade do processo de formação. Pensamos que devemos continuar com os relatos de experiência, retomar a sistematização de práticas a partir de imagens capturadas por câmera de vídeo, realizar oficinas, pelo menos duas oficinas por semestre e produzir um calendário básico para o próximo encontro abrangendo os temas mais importantes para a discussão durante cada encontro como: inclusão, berçário, educação de zero a três, psicomotricidade, avaliação, registro, etc.

terça-feira, 30 de março de 2010

Relatório do dia 30/03/2010 - Formação Continuada dos professores da Rede Municipal de Educação de Florianópolis

O encontro teve início por volta das 09h30min e fim às 12h30min. Estiveram presentes quinze integrantes do grupo, entre eles professores da Educação Infantil e quatro estagiárias. Iniciamos o encontro com a leitura do relatório do último encontro realizada pela professora Santa Helena.
Em seguida o professor Alexandre nos comunicou que enviou o projeto com a proposta de formação para o Grupo Independente. O projeto assemelha-se aos dos anos anteriores e foi entregue para a Secretaria Municipal de Educação. Desta forma, todos os integrantes do grupo ganharão certificação ao término do curso de formação.
O professor Alexandre também conduzirá o curso de formação idealizado pela SME. Em reunião com representantes da SME, foi colocado que a formação será nos moldes do curso realizado no ano anterior, com um encontro na última terça-feira do mês, pelo menos no primeiro semestre. A SME passou como orientação geral que o curso utilize durante seu processo práticas bem sucedidas. Alguns apontamentos sobre as diretrizes curriculares podem ser fruto deste curso de formação. Por outro lado, o grupo concorda que a formação oferecida pela SME não tem condições de produzir as diretrizes por alguns fatores: grande número de professores, poucos encontros e diferentes níveis de discussão em relação à temática da Educação Física na Educação Infantil. Tudo indica que o Grupo Independente assumirá a formulação das diretrizes.
Sobre a proposta das diretrizes que será elaborada pelo grupo, concordamos que até o meio deste ano de 2010 um esboço deve estar produzido. Uma proposta mais fundamentada deverá ter de 10 a 15 páginas, em que o eixo articulador da proposta será a prática pedagógica.
Uma outra reunião será agendada com o professor Alexandre e representantes da SME para discutirem a respeito das diretrizes curriculares da Educação Física no 0 a 5 anos.
Em seguida, discutimos a metodologia mais adequada para a construção das diretrizes da Educação Física na educação infantil. Levantamos muitos pontos importantes que devem constar neste documento como a especificidade, histórico, ppp, questões de legislação e relatos de experiência.
O grupo decidiu sob orientação do professor Alexandre, que as diretrizes devem ser construídas a partir da prática. Dessa forma, vamos iniciar a primeira etapa do trabalho por este ponto. No próximo encontro cada integrante deverá escrever, de maneira pontual, a forma de organização da sua prática nas unidades. A formatação deverá ser em tópicos como segue abaixo:

1-Nome do profissional:
2-Unidade em que atua:
3-Conteúdos de suas aulas:
4-Avaliação:
5-Organização do tempo/grade de horário:

É importante que escrevamos em tópicos para facilitar a compilação dos dados. Cada integrante do grupo deverá levar um arquivo digital da sua apresentação, em pendrive, cd ou mandar antecipadamente por e-mail e terá 10 minutos para relatar sua experiência e depois debateremos.
Finalizando o encontro, o grupo decidiu que independente da Secretaria Municipal de Educação aceitar o documento como diretrizes curriculares da Educação Física na educação infantil, publicaremos em algum periódico para que seja divulgado.

domingo, 28 de março de 2010

Relatório do dia 09/03/2010 - Formação Continuada dos professores da Rede Municipal de Educação de Florianópolis

Iniciamos o encontro com uma breve apresentação dos participantes. Estavam presentes quatro alunas de graduação da UFSC, duas professoras novas na Educação Infantil e seis professores/as que já frequentavam o Grupo.
A pauta previa uma discussão sobre o local onde os encontros serão realizados. O centro de formação continuada não disponibilizará sala para o Grupo Independente, apenas para o curso de formação continuada oferecido pela Secretaria Municipal de Educação. Em contato prévio com o professor que prestava assessoria ao grupo, ele disponibilizou uma sala no Centro de Desportos, espaço cedido pela UFSC. O grupo está se reunindo hoje neste espaço e decidiu que permanecerá se encontrando neste local.
O ponto seguinte era sobre a certificação da SME/DEI do processo de formação continuada conduzido pelo Grupo Independente. A SME/DEI vai exigir frequência mínima de 80% (oitenta) para que os certificados sejam emitidos. O sistema de controle da freqüência segue o mesmo dos anos anteriores.
Sobre a formação que será oferecida pela SME/DEI para os professores de Educação Física que atuam na Educação Infantil, esta acontecerá mensalmente, e o primeiro encontro está agendado para o dia 30/03/2010. Os profissionais que irão conduzir este processo ainda não foram definidos, mas o Grupo Independente mantém a indicação de ser o professor Alexandre F. Vaz, para dar continuidade ao curso oferecido no ano anterior.
Devido ao curto período até o primeiro encontro da formação da SME/DEI, dia 30/03/2010, a SME/DEI solicitou que alguns representantes do Grupo Independente ministrassem este encontro, abordando um pouco do histórico do grupo. A posição debatida pelo grupo é que o professor Alexandre F. Vaz seja contatado rapidamente e dê continuidade ao trabalho já desenvolvido, desde o primeiro encontro deste ano. A apresentação do histórico do grupo pode ser pauta de um dos encontros de formação, mas o Grupo Independente não concorda em assumir a responsabilidade de ministrar o primeiro encontro com este intuito.
Debatidos e esclarecidos os informes, adentramos na discussão sobre os objetivos do Grupo Independente para o ano em curso. O principal objetivo é a elaboração das diretrizes curriculares para a Educação Física na Educação Infantil. Esta meta já tinha sido alvo de nossas discussões no ano anterior, inclusive definindo como isso seria realizado e os pontos que ela deve contemplar. Pensamos em dividir o grupo de pessoas interessadas em contribuir em comissões, que fariam uma análise prévia dos materiais produzidos sobre cada tema que pretendemos abordar nas diretrizes. Os materiais escolhidos para análise são:
1) As diretrizes curriculares para a Educação Física no ensino fundamental e na Educação Infantil, produzido em 1996;
2) A edição especial da revista Motrivivência sobre a Educação Física na Educação Infantil;
3) As produções de Deborah T. Sayão;
4) As produções do Grupo de estudo e pesquisa Educação e Sociedade Contemporânea, coordenado pelo professor Alexandre F. Vaz;
Dentre os pontos que pensamos em abordar nas diretrizes, destacam-se:
1) Os conteúdos da Educação Física na Educação Infantil;
2) A avaliação;
3) Especificidade;
4) Organização do tempo pedagógico;
5) Histórico;
6) Relatos de experiência;
7) PPP´s;
8) Questões legislativas;
A incerteza sobre o primeiro encontro de formação que será oferecido pela SME/DEI, no dia 30/03/2010 fez com que encaminhássemos nossas próximas atividades do Grupo Independente para esta data. Concordamos que neste dia sejam definidas as comissões. A princípio, iremos atrelar os debates no Grupo Independente com a elaboração das diretrizes.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

POSSÍVEIS CONTEÚDOS DOS ENCONTROS DE FORMAÇÃO

08/09 – JOGO, BRINQUEDO E BRINCADEIRA – BENJAMIM
Aprofundar na temática a partir dos textos de W. Benjamim; Discutir a relação da literatura com as práticas corporais cotidianas; Sanar possíveis dúvidas sobre o tema;

22/09 – O PROCESSO DE AVALIAÇÃO DA ED. FÍSICA NA ED. INFANTIL
Tema oriundo do penúltimo encontro de formação; Discutir, refletir e socializar as diferentes maneiras de avaliação da Ed. Física na Ed. Infantil; Contribuir para a formação de professoras menos experientes na Ed. Infantil, esclarecendo dúvidas e apresentando possibilidades; Debater sobre o contato com a família das crianças, prós e contras, e maneiras de aproximação com diferentes contextos familiares;

06/10 – RELATO DE EXPERIÊNCIA: AVALIAÇÃO NA ED. INFANTIL(Sugestão prof. Inelve) Ferramentas utilizadas durante o semestre que compõe a avaliação; o registro das atividades, passeios e práticas vivenciadas pelas crianças; o contato com os pais; os resultados deste modelo de avaliação;

20/10 – O PROCESSO CIVILIZADOR NO 0 A 5 ANOS
Questionamento que surgiu em um dos encontros neste ano, como proporcionar uma educação civilizadora que não seja marcada pela repressão?; Como humanizar as crianças de uma forma mais suave, que não seja tão marcada pelas relações de poder?; Desnaturalizar práticas rotineiras e refletir sobre as atitudes dos professores, de que forma isto influencia na educação das crianças;

03/11 – O PROCESSO CIVILIZADOR NO 0 A 5 ANOS E INTRODUÇÃO À OFICINA DE DANÇA
Fechamento da discussão a respeito do processo civilizador na Ed. Infantil; Introdução do tema da oficina a ser realizada no encontro seguinte;

17/11 – OFICINA DE DANÇA – PROFESSORA CAREN
Oficina de dança; Possibilidades da dança na Ed. Infantil; Apresentar o conteúdo trabalhado e as respectivas faixas etárias; Relacionar a oficina com a literatura estudada; dança e mímesis; dança e técnica; O corpo como instrumento da brincadeira;

01/12 – FECHAMENTO E ENCAMINHAMENTO PARA O PRÓXIMO ANO
Avaliação do processo desenvolvido este ano, metodologia, literatura, dificuldades e avanços, etc; Encaminhamento para o ano seguinte, parcerias, objetivos, conteúdos e metodologia; Discutir sobre as diretrizes curriculares e o processo de formação continuada, documento do grupo apresentado à SME/DEI;

OUTROS POSSÍVEIS CONTEÚDOS
• Violência nos momentos da Educação Física
• Questões de gênero
• Inclusão
• Educação Física de 0 a 2 anos, o que fazer?

Aguardo a contribuição de vocês para fecharmos os temas para o final deste ano.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

RELATÓRIO 04/08

Para este encontro estava programado o fechamento dos textos e o encaminhamento para as atividades do segundo semestre. Devido ao baixo número de professores que compareceram, adiamos o fechamento dos textos para a primeira parte do encontro seguinte, que estava previsto a realização da oficina de dança, que será possivelmente realizada em outra data e substituímos por um relato de experiência na segunda parte.
Sem uma temática específica devido às circunstâncias, surge o desejo das professoras mais novas do grupo, com pouco tempo de experiência na Educação Infantil, de saber como é realizada a avaliação, e então, as professoras socializaram como elas estão encaminhando esta questão em suas instituições.
Conta-nos uma das educadoras que a avaliação em sua creche, que possui 6 salas, é feita de forma descritiva e individual, porém cada professor fica responsável por um determinado número de crianças, e depois essa avaliação é socializada, ou seja, todos os educadores têm acesso às avaliações dos demais e podem também contribuir, agregando alguns pontos que a professora possivelmente não percebeu.
Outra educadora relatou que em sua instituição a avaliação é feita por turma, em que a professora de sala faz o relatório de cada criança de sua turma, mas a Educação Física, por ser uma prática realizada com todas as turmas da instituição, assume outro modelo de avaliação. No dia de avaliação, a creche continua funcionando normalmente e apenas uma sala não tem aula, que é exatamente a sala que está tendo avaliação, e somente os pais das crianças desta turma comparecem. Neste dia, a professora de Educação Física fica em uma sala e atende um pai por vez. Ela procura mostrar o que a Educação Física tem feito, através de fotos, falando das atividades propostas, enfim, mostrando o caminho trilhado pela Educação Física, então, a avaliação da Educação Física acontece de forma coletiva, em que a professora avalia a turma de um modo geral, pois como ela relata “ é complicado fazer uma avaliação individual, não tenho condições de fazer uma avaliação fidedigna de 100 crianças “. Nesta fala, percebemos a preocupação em não fazer uma avaliação deficitária, que não retrate o que a criança é todos os dias na instituição.
Este modelo de avaliação adotado pela Educação Física, conta-nos a educadora, tem dado um resultado positivo, “os pais se envolvem mais”. O contato direto com os pais estreita as relações entre as famílias e a instituição, “os pais vêem as fotos e falam: Ah, meu filho tem feito isso em casa, quando a gente foi pra praia ele fez, por isso que ele tem perguntado”.
Outra professora presente no encontro conta-nos que devido a alguns empecilhos ocorridos ao longo do semestre, como greve dos professores no município e greve de ônibus, não foi possível viabilizar o contato com os pais, como normalmente ocorre. Porém, ela ressalta que “os filhos adoram que os pais vão à instituição, e os pais conseguem perceber que isto é importante, e este contato é garantido através de eventos e da avaliação”.
Um tema presente nos debates empreendidos pelo grupo já algum tempo, a organização do tempo pedagógico voltou a tona neste encontro, isto porque, novas professoras estão conseguindo organizar a carga horária semanal de outra forma, diferente do modelo tradicional baseado no modelo escolar. Este dado, de que novas professoras colocam em prática propostas de superação da atual organização prevista pela Secretaria Municipal de Educação, de três encontros semanais com quarenta e cinco minutos, está fortemente vinculado ao histórico do grupo, que tem acumulado ao longo de sua trajetória, valiosos debates e propostas inovadoras.
Uma proposta apresentada neste encontro foi a de organização por período, em que a Educação Física se insere na rotina da turma, acompanhando e participando das atividades da professora de sala e também propondo outras atividades que contam com a participação da professora de sala. Este momento privilegiado de troca de informações sobre as crianças é também um espaço para observar as crianças em outras situações. É preciso destacar que propostas inovadoras não são efetivadas de maneira individual, é necessário contar com a colaboração dos demais profissionais da instituição, ou seja, ser um desejo da unidade, e que é construído com o tempo.
Iniciativas de superação do modelo tradicional caminham na direção de um maior entendimento dos profissionais sobre o tempo das crianças, onde a organização pautada pelo tempo cronológico do mundo adulto não faz tanto sentido, sendo assim, os momentos de quarenta e cinco minutos da Educação Física podem durar um turno inteiro. Porém, é necessário frisar que isto não impede, de maneira alguma, que boas práticas sejam desenvolvidas em quarenta e cinco minutos.
O que colocamos em questão é esta estrutura sólida das três sessões semanais de quarenta e cinco minutos, enraizada no modelo escolar e que perdura na Educação Infantil há muitos anos. A organização do tempo pode variar de acordo com o interesse das crianças ou com os objetivos do professor, e como conta-nos uma educadora, percebe-se diferença de tempo entre as turmas, ou seja, uma atividade que foi realizada em 30 minutos com o grupo de 3 anos, pode durar 2 horas com o grupo de 5 anos.
Finalizando o encontro, os novos integrantes do grupo, que começaram a freqüentar este ano, falaram um pouco sobre a impressão estão tendo e de que forma o grupo tem contribuído.
Professora 1 “ O grupo de estudos está sendo essencial. Nuca tinha trabalhado com Educação Infantil, estou levando muito coisa boa para o meu dia-a-dia, tá me ajudando a refletir, os textos ajudaram a esclarecer o que é a Educação Física na Educação Infantil. Aos poucos vou conseguindo meu espaço na instituição. Não venho procurando uma coisa pronta, venho buscar ferramentas, ver se isso acontece só comigo, se as angústias são também as de outras, as inquietações, as inseguranças”.
Professora 2 ” Onde eu trabalhava tinha grupo de estudos, mas nada era da Educação Física, ficava só para o tema mais geral. O grupo de estudos foi bom porque reuniu um monte de professores de Educação Física que discutem. É um espaço muito legal, que querem construir um bom trabalho. É bem dosado a questão do teórico e prático”.
Professora 3 “ Vejo o espaço do grupo como fonte de alimento. Você nem sempre leva soluções, mas você compartilha. Nas instituições, você se sente meio sozinha, não tem com quem compartilhar, dividir isso. O grupo de estudos é essencial enquanto profissional. O coordenador pedagógico nem sempre é um aliado seu, tem uma visão cristalizada dos professores de Educação Física, visto como malandro”.