Caros colegas, este Blog tem como objetivo servir de ferramenta para os participantes da Formação Continuada dos Professores de Educação Física atuantes na Educação Infantil da Rede Municipal de Florianópolis, promovendo através de seu acesso a socialização de materiais e comunicação efetiva entre todos os professores.

Sejam bem-vindos !

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Textos e Portarias da Educação Física na Educação Infantil da Rede Municipal de Ensino de Florianópolis

- A Educação Física na Educação Infantil na Rede Municipal de Ensino de Florianópolis (2016), clique aqui para acessar o documento na íntegra.

- Portaria que estabeleceu os critérios de distribuição das vagas para os cargos integrantes dos grupos docente e especialistas em assuntos educacionais do quadro do magistério nas unidades educativas: portaria 036/07.

- Portaria que normatiza a jornada de trabalho dos servidores do magistério: portaria 019/17.

Educação Física na Educação Infantil da Rede Municipal de Florianópolis: problematizando limites e possibilidades (nº 29-2007), revista Motrivivência. Clique aqui para acessar o texto.


terça-feira, 22 de agosto de 2017

BRINCADEIRAS INSPIRADAS NO ATLETISMO PARA CRIANÇAS DO G3 E G4 NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA.


BRINCADEIRAS INSPIRADAS NO ATLETISMO PARA CRIANÇAS DO G3 E G4 NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA.
CRISTIANE DE LIMA EIDAM
Professora de Educação Física da Rede Municipal de Educação de Florianópolis.
RESUMO: O presente relato descreve o planejamento, o registro e a avaliação das aulas de Educação Física realizadas durante dois meses (abril e agosto) em duascreches da Rede Pública Municipal de Florianópolis. O planejamento foi realizado para crianças entre 2 e 4 anos, distribuídas em seis grupos: três grupos 3 e três grupos 4Dois grupos G3 de uma das creches são formados por 15 crianças e um grupo G3 de outra creche é formado por 16 crianças. Dois grupos G4 da primeira creche são formados por 20 crianças, o outro G4 da outra creche por 16; totalizando 102 alunos que vivenciaram as atividades e brincadeiras descritas. Uma das unidades está localizada em bairro urbano da região central da cidadeEsta possui uma área externa ampla e com locais diversificados: parques, horta, gramado, árvores e partes pavimentadas, sendo todas as áreas planas favoráveis para exploração e vivências de movimentos mais amplos: correr, pedalar, brincar ao ar livre e ter contato com a natureza. A outra unidade possui poucas opções para se vivenciar movimentos amplos, e isto exige mais criatividade e cuidado nos planejamentos dos professores. Esta última Creche realizou as atividades do planejamento somente no mês agosto.  Estesplanejamentos foram fundamentados nas Orientações Curriculares para a Educação Infantil da Rede Municipal de Florianópolis, nos encontros de Formação Continuada de Educação Física do Departamento de Educação Física Infantil e no Relato de Experiência de RASTELLI & FLORES (2015). O desenvolvimento dos conteúdos tevecomo objetivos gerais: intensificar as relações sociais e culturais através das brincadeiras e conteúdos do atletismo; aprimorar o processo de linguagens, principalmente corporal e verificar as habilidades motoras das crianças através da observação e da participação das mesmas nas atividades propostas. Esperava-se que as crianças fossem capazes de se apropriar dos nomes dos implementos e das provas do Atletismo e relacionassem as brincadeiras com o que supostamente iriam assistir na televisão com a transmissão dos Jogos Olímpicos de 2016 no Rio de Janeiro. Os conteúdos do mês de abril foram: corridas (em linha reta, simulando a prova de 100 metros rasos; com cordas ou outro material, simulando a corrida com barreiras); arremesso de peso; lançamento de dardo, saltos (em altura, à distância). Em agosto as crianças vivenciaram as corridas do mês de abril, os saltos (em altura e com vara) e o lançamento do martelo. Os implementos foram construídos pela professora e pelas crianças com materiais recicláveis e com materiais que já faziam parte do repertório das Creches. Os registros na forma escrita foram mensais e os registros fotográficos foram diários, ou seja, em cada vivência se obtinha uma série de fotos. Avaliou-se que os conteúdos desenvolvidos foram envolventes, as crianças, em sua maioria participaram demonstrando bastante entusiasmo. Como era de se esperar elas intensificaram suas relações sociais e culturais, ampliando seu entendimento acerca de brincadeiras inspiradas no atletismo, compreendendo algumas regras e organização espacial, como por exemplo, na corrida de 100 metros em que todos teriam que sair da mesma linha e chegar a outra ao soar uma voz de comando. Também sabiam, algumas vezes, elencar os ganhadores. Em relação às linguagens as crianças se apropriaram de novas palavras e seu significado como foi o caso da palavra “martelo” que pode ser o implemento do atletismo como pode ser o instrumento de trabalho do carpinteiro. Na linguagem corporal o maior ganho foi perceber que as crianças incorporaram as brincadeiras oferecidas nas aulas de Educação Física no cotidiano das creches em outros momentos de ludicidade como corriqueiramente apostar corrida a partir de um mesmo ponto, em linha reta, lado a lado na quadra de areia e no gramado. Apesar de todas estas contribuições, observou-se que os grupos 4, nas duas creches, responderam melhor participaram e entenderam mais a proposta do que os grupos 3. O espaço físico também influenciou no desenvolvimento e aproveitamento das vivências, sendo que a creche com espaços mais amplos, planos, variados e maiores foi favorecida. Poucas crianças relacionaram as brincadeiras com os Jogos Olímpicos, somente no mês de agosto em que havia maior efervescência em relação ao assunto na mídia e em outros meiosRecomenda-se apresentar às crianças os materiais oficiais das modalidades do atletismo.




PALAVRAS-CHAVE: AtletismoBrincadeira, Educação Infantil; Educação Física.






REFERÊNCIAS:

Orientações Curriculares para a educação infantil da rede municipal de Florianópolis/ Prefeitura Municipal de Florianópolis, Secretaria Municipal de Educação. Florianópolis, SC: Prelo, 2012.
RASTELLI, G.; FLORES, M.V. O Atletismo nas aulas de Educação Física na Educação Infantil:Relato de Experiência no Estágio Supervisionado ICadernos de Formação do RBCE, p. 69-76, set. 2015.


MURO DE ESCALADA RELATO DE EXPERIÊNCIA


PROJETO DE EDUCAÇÃO FÍSICA PARA 2016
CRECHE MORRO DA QUEIMADA
POR RENATA OURIQUES QUINT

A natureza e os esportes de aventura nas aulas de Educação Físca

JUSTIFICATIVA 
Desde quando entrei na unidade, alguns fatores me chamaram a atenção:
Primeiramente o espaço restrito do parquealgumas árvores, os diferentes brinquedos espalhados na área externa e a proximidade com o mar que está impróprio para banho
Quando olhamos o que as crianças gostam de fazer observamos olhares curiosos, experiências intuitivas, exploração dos espaços, desafios de limites, gostam de subir em árvores, brincar com água, com bichinhos e insetos, jogar areia para cima, etc.
Na primeira infância, a escalada é considerada a atividade mais próxima das crianças, pois o movimento da escalada assemelha-se ao engatinhar. 
Pensar em um planejamento que dialogue com a aventura, esportes de natureza e o meio ambiente é proporcionar uma integração direta entre a natureza e nós mesmos.

OBJETIVOS:
Entendendo a criança como sujeito social de múltiplas dimensões a Educação Física através do projeto “A natureza e os esportes de aventura” pretende propor desafios de movimento, expressão, comunicação e interação, buscando estar integrado com a unidade educativa, as crianças e seus familiares.
Propor as crianças saídas a parques como o Horto Florestal, SESC Cacupé, praias, lagoa, dunas, promovendo a interação com a natureza. 
Coletar materiais dos locais visitados, observar o que é da natureza e do homem. (chamar a atenção para a produção de lixo)
Experimentar esportes de aventura de forma lúdica na unidade educativa. Surf, skate, falsa baiana, slackline, tirolesa, trilhas ecológicas e escalada.

DESENVOLVIMENTO
Estruturar as atividades planejadas com base no Núcleo de Ação Pedagógica adaptando para dentro da unidade as brincadeiras de escalada, surf, skate, trilhas, tirolesa, etc. 
Conhecer melhor os espaços próximos a creche que promovam um contato maior com a natureza. Praia, trilha no morro, etc.
Oportunizar saídas de campo para relacionarmos os esportes de aventura com a natureza que nos cerca, explorar outros ambientes, despertar a curiosidade, a experimentação, sair da rotina.

AVALIAÇÂO
A avaliação será contínua, por meio de observação diária, registros fotográfico e descritivo.

PARA O MURO DE ESCALADA:

MATERIAL: CIMENTO E COLA 
                    TAMPINHA DE GARRAFA PET E DE ÓLEO DE CARRO

muro pode ser pensado para diferentes níveis de dificuldade.
Destribuir as vias na horizontal, pintar na parede as viascom cores diferentes indicando a dificuldade, etc.
Ensinar as crianças a se pendurar na parede e a sair sem se machucarempurrando a parede e saltando para cair no chão
Promover brincadeiras que estimulem o uso do muro de escalada.
OBSERVAÇÃO: levar em consideração o fator de riscoalturaEstar ao alcance dos pequenos sem expor a segurança dos mesmosQue eles possam explorar o deslocamento na horizontal, próximos do chão e não navertical. Neste caso é necessário EQUIPAMENTO DE SEGURANÇA.  




               


quinta-feira, 17 de agosto de 2017

CRONOGRAMA DE ENCONTROS DO GRUPO INDEPENDENTE - 2017



CRONOGRAMA DE ENCONTROS GRUPO INDEPENDENTE - 2017
13 de junho



 Esportes radicais

 Luiza e Renata
✔️
8 de agosto


Atletismo 

Cristiane
✔️
19 de setembro

Relações étnico raciais (indígena e africana)

Catiuscia

17 de outubro 
Avaliação de EF e sua participação no PPP.

Supervisora Gisele e está aberto para mais alguma indicação.


14 de novembro
Linguagem teatral na Educação Infantil.

Rafael Hiroshi

12 de dezembro
Trilha
Todos do grupo


segunda-feira, 30 de maio de 2016

Relato do dia 10 de Maio de 2016 – Formação de Professores do Grupo Independente de Educação Física

Autoria: Maisa da Silva Pauli

No dia 10 de Maio de 2016 o encontro do Grupo Independente de Estudos em Educação Física na Educação Infantil contou com a presença de quinze pessoas, sendo treze professores (dois participando pela primeira vez), uma bolsista da UFSC e uma aluna do Curso de Educação Física da UFSC que se aproximou do grupo para obter informações para o seu trabalho de conclusão de curso.
O encontro teve início ás 9h30min, tendo como temática a socialização e reflexão sobre os processos de avaliações. Inicialmente a professora Heloisa sugeriu a leitura do livro das Orientações Curriculares da Prefeitura de Florianópolis de 2012, especificamente o capítulo sobre Avaliação, bem como mostrou o documento com os pontos de avaliação que lhe foi entregue por sua supervisora.
Os professores apontaram algumas dificuldades em registrar e avaliar, sendo elas:
·         Estar começando a trabalhar agora e não tem experiência em registro e avaliação;
·         Muitos grupos/turmas;
·         Muitos alunos por grupo;
·         Ter que fazer avaliação individual;
·         Não saber o que avaliar/registrar;
·         Não saber o que fazer com alunos que não se destacam.
Foi solicitado no encontro anterior que os professores levassem algum material de registro e avaliação para socializar com o grupo.
O professor Rafael apresentou o parecer descritivo realizado no primeiro semestre de 2015. O texto apresentado era fluido, mesclando registro e avaliação. Não foi realizada avaliação individual e sim do grupo.
A professora Clarisse apresentou também um documento realizado no ano de 2015. Nesse caso, a professora primeiramente relatou o que foi feito durante o ano e depois realizou um parágrafo com características de cada criança do grupo. A professora considera que não é uma avaliação e sim uma observação do desenvolvimento de cada criança, sem juízo de valor. Atualmente ela está realizando o registro através de um caderno para cada grupo, colocando o que chamou atenção sobre algumas crianças em determinada aula, no qual não necessariamente todas as crianças são citadas na mesma aula.
Devido aos comentários e contribuições não houve tempo para mais apresentações.
Os professores destacaram algumas contribuições sobre o que fazer:
·         Fazer registro de todas as aulas, para posterior consulta quando for fazer a avaliação;
·         É importante ter critérios claros de avaliação e “treinar o olhar” para isso;
·         Pedir auxílio para o coordenador pedagógico.
As contribuições quanto a estratégias e recursos foram as seguintes:
·         Montar um quadro ou tabela com um espaço para registro da aula e uma lista das crianças com espaço para fazer um comentário, imprimir o quadro e levar em todas as aulas;
·         Utilizar um caderno por grupo e uma criança por folha com uma foto do seu rosto. Sempre que tiver um comentário a ser realizado sobre a criança deve-se colocar a data;
·         Ao utilizar um instrumento como esses e observar que não há comentários sobre determinada criança que por algum motivo não chama atenção, deve-se observá-la mais nas aulas;
·         Bater fotos ou fazer vídeos das aulas. Se necessário deve-se pedir ajuda para os auxiliares e professores que estiverem observando a aula.
·         Indicação de um professor sobre o método de avaliação de Madalena Freire, que utiliza como base os “pontos de observação”. Observação: será discutido em outro momento.
A pauta sobre registro e avaliação foi encerrada às 11h.

A segunda pauta do encontro foi: avaliação e sugestões de compra de materiais de EF para a Educação Infantil.
A Assessoria Pedagógica da Educação Infantil, do Departamento de Materiais, representados por Débora e Tatiana, entraram em contato com o Grupo para discutir quais materiais devem ser comprados nesse ano. O Grupo achou melhor discutir essa pauta no Encontro da Formação Continuada, mas a prefeitura precisava cumprir o prazo, que seria antes da Formação Continuada, por isso a discussão foi realizada no encontro do Grupo.
As assessoras trouxeram três listas, uma com os materiais e a especificação de cada um, uma com os pedidos realizados no ano de 2013 e outra com o que foi entregue. O objetivo era observar a descrição dos materiais e se necessário mudá-la, pois muitos materiais recebidos são de má qualidade ou não são utilizáveis. Além disso, se houvesse algum material que não estivesse na lista, este poderia ser acrescentado ou poderia excluir algum material que não é necessário. Para isso o grupo se dividiu em dois e os professores escreveram nas listas as alterações.
Os professores reforçaram o pedido de alguns materiais e outros foram inclusos na lista, sendo eles:
·         Slackline
·         Tecidos variados
·         Frisbee
·         Skate de plástico
·         Fitas
·         Redes para guardar bolas
·         Banda de madeira
·         Tablado emborrachado
·         Motocas
·         Bloquinhos de madeira
·         Piscinas infantis
·         Elásticos, etc.

As assessoras pediram que um professor do Grupo fizesse parte da comissão para a compra dos materiais, o professor Ari Pimentel se disponibilizou para isso.
O grupo encerrou às 12h30min.